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Dr. Marco Antônio Mildemberg

Direito Imobiliário e Litígios de Alta Complexidade Online agora
Advogado em Santa Catarina: Lupa destacando mapa de Santa Catarina sobre mesa com documentos e pasta jurídica para busca
Direito do Consumidor
Marco Antônio B. Mildemberg

Advogado em Santa Catarina | Imobiliário e Contratos – SC

Quando você realmente precisa de um advogado em Santa Catarina?   Existe uma resposta curta: você precisa de um advogado em Santa Catarina em dois momentos. Antes de assinar qualquer contrato que envolva patrimônio relevante. E assim que perceber um prejuízo causado por construtora, empresa ou instituição financeira. Nos dois casos, o tempo raramente está do seu lado.   Antes de assinar: negócios imobiliários que exigem análise prévia   Pense no fluxo típico de uma compra no litoral catarinense: o comprador visita o apartamento na planta em Itapema ou Balneário Camboriú, assina a proposta e paga o sinal na mesma

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Processar a XP Investimentos: O Que Mudou no STJ em 2026
Direito do Consumidor
Marco Antônio B. Mildemberg

Processar XP Investimentos: Perdas em COE em 2026

Processar XP Investimentos Você abriu o aplicativo e o número estava lá: uma fração do que tinha aplicado. Onde havia duzentos mil, sobraram alguns trocados. Talvez ninguém tenha avisado. Talvez o aviso tenha chegado tarde, quando já não havia o que fazer sobre aquela aplicação, resultando em perdas financeiras e na necessidade de indenização por danos materiais.   Se foi assim com você, a primeira reação costuma ser virar a cobrança para dentro. “Eu devia ter lido aqueles documentos enormes.” “Fui ingênuo de confiar no assessor.” “A culpa foi minha.” É um pensamento compreensível. E é justamente por ser tão

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Cotitular de conta bancária será indenizada por arcar com débitos que não firmou

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina reformou sentença de primeiro grau para reconhecer a ilegitimidade de cotitular de conta bancária a arcar com o pagamento de dívidas contraídas exclusivamente por seu falecido pai. Mesmo se tratando de conta conjunta, a solidariedade passiva não se presume, de modo que o cotitular somente seria legitimado para arcar com os débitos se tivesse anuído as cartas de crédito. Em razão da ilegalidade cometida pela casa bancária, a instituição financeira foi condenada a pagar R$10.000,00 a título de dano moral, além da devolução de todos os valores indevidamente debitados de sua conta corrente,

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Feito por Rockham